A Menina Índigo tem livro lançado


Livro mostra bastidores das gravações do filme

O que leva as pessoas a lerem um livro? O que leva as pessoas ao cinema? “Uma boa história”, responderiam alguns. A Editora Butterfly lançou recentemente livro ‘A Menina Índigo’ baseado no filme de Wagner de Assis. 

A verdade é que quando um filme chega às telas, outro já aconteceu nos bastidores. ‘A Menina Índigo’ é exatamente sobre isso. Sobre a história surgida atrás das câmeras quando resolvemos contar a vida de uma criança índigo, numa jornada de aprendizado e compreensão dos tempos em que vivemos e de seus protagonistas”, explica o diretor, roteirista e produtor Wagner de Assis.

A edição de ‘A Menina Índigo’ conta com todos os detalhes de como foi o trabalho de composição do longa-metragem, mas também as reflexões e aprendizados da equipe ao lidar com crianças tão especiais.


O filme e o livro surgiram devido a enorme crise sobre como lidar com as crianças nos dias atuais. Pais, pedagogos, pediatras, psicólogos e até mesmo psiquiatras não se entendem em diversos aspectos. Em meados dos anos 80, uma psicóloga americana chamada Nancy Ann Taylor começou a perceber, através de uma capacidade que tinha de observação dos campos energéticos de seus pacientes, todos crianças, as mesmas colorações de suas auras - que variavam do azul claro ao azul índigo, com reflexos no lilás também.

Trailer do filme A Menina Índigo

Daí nasceu um estudo que se expandiu e teve ressonância com outros profissionais que lidavam com crianças também. Todos apresentavam os mesmos problemas de relacionamentos com o mundo, às mesmas questões em relação ao conceito de normalidade, os mesmos conflitos com pais autoritários e insensíveis, e, também, a mesma forma de lidar com o conhecimento que vinha da escola. Eram hiperativos para determinadas coisas, tinham déficits para outras. Assim, para facilitar o entendimento do perfil dessas crianças, começaram a chamá-las de índigos - em função da cor de suas auras.

A Menina Índigo’ é um livro de bastidores e conta sobre as gravações, sobre a experiência com os índigos, sobre as filmagens e sobre as relações entre os personagens do filme.

Personagens

Letícia Braga estreou na dramaturgia pelas ‘mãos’ de Sofia, a menina índigo. Letícia explica que "Sofia é muito empática (ela aprendeu esse termo com o psicólogo!). Ela acredita no amor e no poder do amor. Ela é sensível. Ela se expressa através da pintura e colore o mundo, e meio que resolve os problemas assim, através da arte".

Murilo Rosa, ator, produtor associado do filme. No longa, Murilo é o pai da Sofia. O ator conta que as filmagens foram em um clima delicioso e o que o público lerá no livro e verá na tela retrata exatamente a realidade desse período que estivemos juntos. "Afeto puro, amor, carinho, atenção e sensibilidade. O nosso dia a dia era assim, coberto de alegria. Os aprendizados dessa experiência levarei pra sempre. Vale a pena lutar pela qualidade e estrutura de sua família. Se dedicar a ela é fundamental e inesquecível", diz Murilo.

Fernanda Machado é a mãe da Sofia no filme. Fernanda acha que ‘cada criança é única, cada criança tem sua personalidade, seu tempo próprio de desenvolvimento, e é preciso respeitar isso. Acho que o filme fala de um assunto muito importante também: sobre a facilidade com que às vezes as crianças são medicadas nos dias de hoje. O filme nos mostra como é importante respeitar a essência de cada criança’!

Renato Prieto dá vida ao Jair, um nordestino que é jardineiro da escola onde a menina Sofia (a menina índigo) estuda e ele tem uma relação muito bacana e afetiva com a Sofia. Juntos, eles combinam que vão colorir o mundo, ele com suas flores e ela com tinta. Serão momentos emocionantes e farão as pessoas pensarem sobre vários aspectos da vida e sua simplicidade.

Renato acredita que ‘precisamos apostar em ideias/assuntos que ajudem aos seres encarnados a um melhor entendimento das várias mudanças que vem acontecendo no nosso belo planeta, então, posso garantir que o filme traz belas mensagens além de ser uma oportunidade para pensarmos no assunto’.

Editora Butterfly
Criada em 2002, a Butterfly Editora é um selo da Petit Editora, cuja proposta editorial é abrir espaço para que a imaginação literária possa alçar voos sem medo do diferente. A borboleta – ágil e multicolorida –, um símbolo de transformação representada em nossa marca, projeta-se no espaço, agitando-se em liberdade, independente, voando na direção de seus sonhos, vislumbrando um amplo horizonte de harmonia e beleza.

Nessa metáfora, que certamente reflete o desejo do ser humano, espelha o objetivo da editora: o de movimentar sentimentos, agilizar ideias, provocar raciocínios e reflexões.

A missão editorial não é apenas oferecer entretenimento ao público, mas também agregar valor e inspiração ao seu dia a dia. No Brasil, o selo Butterfly foi o primeiro a abordar o tema bullying e a existência de crianças índigo. Romances, sagas e trilogias de sucesso também fazem parte do catálogo.

A ousadia faz parte do selo, daí a frase que faz parte da sua logomarca: Aceite nosso desafio. Leia o diferente.

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