Lançamento: Como Uma Gota de Óleo na Superfície da Água

segunda-feira, julho 24, 2017

No próximo dia 27, acontece na sede da editora Patuá (Rua Luis Murat, 40, Pinheiros, as 20h) o lançamento de Como Uma Gota de Óleo na Superfície da Água, do autor Léo Mackllene.  
O lançamento contará com a participação de vários músicos cearenses: Soledad, Laya, Carlos Gadelha, Rafael Haluli e paulistanos: Demetrius Carvalho e Thiago Romaro.
Ainda vai rolar um pocket show, com canções autorais, um bate papo sobre o processo de construção do livro e leitura de trechos do romance.

Sobre o livro
Com prefácio de Laya Lopes, cantora e compositora cearense radicada em São Paulo desde 2004, o primeiro romance do poeta e músico Léo Mackellene, Como gota de óleo na superfície da água, insere-se numa espécie de gênero híbrido que o autor chamou de “Música em prosa”.

“É um livro musical”, conta ele. A advertência inicial, com trecho publicado no Caderno Vida&Arte do Jornal O Povo, do dia 26 de junho de 2017, avisa que esse é um livro para ser lido em voz alta, o que, segundo o texto, visa aproximar a obra de uma literatura mais ligada ao seu estado natural de Canto. “Trabalhei as frases do livro pra que tenham uma certa cadência, um certo ritmo, justamente pra facilitar essa leitura em voz alta, e numa dicção muito própria do falar genuinamente brasileiro, quiçá nordestino”, comenta o autor fortalezense radicado em Sobral-CE desde 2004.


Também é um livro musical pelas referências musicais, que abundam no livro, a começar pelo prefácio, escrito pela cantora e compositora cearense Laya Lopes, que, em janeiro, lançou seu primeiro cd solo. As cenas do Como gota de óleo na superfície da água estão acompanhadas de música: Caetano Veloso, Daniel Groove, Fagner, Maria Bethânia, Belchior... “É um livro com trilha-sonora! (risos)”, brinca Léo. Ele revela que os nomes de alguns lugares e personagens da história fazem referência a canções: “‘Medida do Bonfim’ é referência à Trocando em miúdos, do Chico Buarque. ‘Pracabá’, à música do Marcelo Jeneci. ‘Leila’, uma das personagens da trama, é título de uma música do Renato Russo”. “Os vinis”, lembra o autor, “aparecem no livro como uma metáfora da própria vida: eles ficam ali girando, girando e a gente tem que prestar atenção
no momento certo pra baixar a agulha”, conclui.

Um livro assim não poderia ter um lançamento focado apenas na questão literária. Por isso, vem acompanhado de um pocket show que leva o nome do gênero em que se insere o livro, Música em prosa. É um show lítero-musical onde são cantadas canções autorais do escritor e onde ele conversa sobre o processo de construção do livro, sua produção e sua divulgação; além, claro, da
leitura dramática de trechos do livro.



Léo Mackllene 
O autor é poeta, músico e professor de argumentação jurídica, teoria literária e análise do discurso. É editor-chefe do Setor de Publicações da Faculdade Luciano Feijão, em SobralCE. Mestre em “Literatura e Práticas Sociais” pela Universidade de Brasília (UnB), é colunista do site Ceará Mais, onde escreve a coluna “Arte&Cena”; é editor da revista Brabo! Revista de Cultura e Arte Cearense e do informativo de crítica de mídia O outro lado da coisa. Estreou como poeta com O livro dos mais pequenos silêncios (2006), participando de antologias de contos e poesia premiadas por editais estaduais de incentivo à cultura, como a Antologia Massanova – poesia brasileira contemporânea (2007), Encontos e desencontos (2007) e O cravo roxo do diabo – o conto fantástico no Ceará (2011). Em 2015, recebeu o prêmio Destaque no VI Prêmio Nacional Ideal Clube de Literatura. Entre 2009 e 2012, coordenou projetos de pesquisa donde se originaram três livros: Carinhanha: entre rosas e veredas (2010), Carinhanha: entre o sabor e o saber (2011) e Carinhanha: entre rios de histórias (2012), este último financiado pelo Centro Cultural Banco do Nordeste. Em 2013, publicou A cigana analfabeta lendo a mão de Paulo Freire: considerações sobre alfabetização e letramento, financiado pela CAPES/CNPq. Em 2016, lançou o livro Língua e Poder na sala de aula: novas tendências para o Ensino de Língua Materna em formato digital, para EaD, a convite das Faculdades INTA. Em 2017, recebe o prêmio Menção Honrosa pelo conto “Encantado”, no XIX Prêmio Ideal Clube de Literatura, Prêmio José Telles. Em 2017, estreia como romancista com Como gota de óleo na superfície da água e participa da coletânea Penas, fluidos e bisturis, com poetas, cronistas e contistas de várias partes do país. Ainda em julho desse ano, publicará Ínfimus, um livro de “ditados pessoais” pela editora Rubra Cartoneira, de Londrina-PR. 


Um comentário:

  1. Gente, adorei seu blog!!
    Você é do Paraná né??

    http://heyimwiththeband.blogspot.com.br/

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